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quarta-feira, 27 de abril de 2011

PÁSCOA, SEU REAL SIGNIFICADO






O SIGNIFICADO DA PÁSCOA

É uma festa instituída em lembrança da morte dos primogênitos do Egito e da libertação dos Israelitas (Ex 12.11-27). “Páscoa” deriva de uma palavra hebraica que significa: A passagem do anjo exterminador, sendo poupadas as habitações do povo de Israel em cujo as portas haviam sido aspergidas o sangue do cordeiro.

O sangue do cordeiro que protegeu o povo da morte física, era um símbolo do verdadeiro cordeiro de Deus que derramou seu sangue para livrar os homens da morte eterna Jesus.

A páscoa no pensamento cristão e judaico, representam principalmente a libertação. Esta celebração teve início com a saída do povo de Israel da opressão dos egípcios, a partir daí prolongou-se até os dias de hoje. Esta história esta relatada no livro de Êxodo, os judeus ainda comemoram como a libertação da opressão do Egito, mas os Cristãos comemoram a morte e ressurreição de cristo.

NO A.T.

Tudo começa quando Deus instituiu a última das Dez pragas do Egito. Esta celebração, também conhecida como a “festa dos pães asmos” consistiu originalmente de uma refeição que as famílias comeram, cada uma um cordeiro assado, pães asmos e ervas amargas. O sangue do cordeiro foi passado nas ombreiras e vergas das portas, foi nesta altura que Deus enviou o anjo destruidor que matou os primogênitos dos Egípcios, poupando o povo Israelita.

Nesta prática o cordeiro teria que ser sem defeito e macho de um ano para representar a perfeição da espécie. Posteriormente, Cristo também foi considerado como cordeiro de Deus, Em seu sacrifício, depois de morrer na cruz

NO N.T.

Nos tempos do Novo testamento, a vítima pascal era abatida segundo o ritual todos os anos em Jerusalém, após o abate do animal um grupo se reunia por consentimento mútuo, tal como no caso de Jesus e seus discípulos, e assim celebravam juntos a Páscoa como se formassem uma família. Os cristãos devem ter percebido em data imediatamente posterior ao encerramento do conjunto de livros do novo testamento, que a Ceia substitui completamente a páscoa e que isso era realmente a finalidade da mesma.

No tempo de Jesus Cristo, A páscoa era comemorada em Jerusalém, Jesus também comemorou a páscoa com os seus discípulos (Mt 26.17) E naquela ocasião quando celebrou a Santa Ceia, explicou o verdadeiro significado daquele ato. E após a ceia, na mesma noite Jesus foi preso sendo condenado à morte (e morte de cruz) na mesma semana.

Podemos entender então que Jesus Cristo morreu na Páscoa como um cordeiro em sacrifício vivo, pelos meus, pelos seus, pelos nossos pecados.

Desde então não precisamos mais sacrificar animais, porque Jesus já pagou o preço, e depois da destruição do templo em Jerusalém em 70 D.c. Qualquer possibilidade de abater vítimas na forma ritual cessou completamente, e a Páscoa judaica reverteu a festa íntima em família, conforme nos dias primitivos.

“À você cristão, espero que não se deixe influenciar pelos costumes pagãos que sutilmente retiram o real significado da páscoa, cegando o entendimento do homens quanto a necessidade do reconhecimento do sacrifício de Jesus pela salvação da humanidade.

O coelho da páscoa é obra maldosa e sulíl do enganador através de costumes pagãos, o coelho era um animal impuro e quem nele tocasse não poderia celebrar a páscoa, fique esperto!!!

(Fábio dos Santos.)”

Texto de estudo bíblico IPMA


terça-feira, 26 de abril de 2011

O que quer dizer "filho do homem"? (Lc 6.5)




A expressão "filho do homem" é encontrada muitas vezes, tanto no Velho como no Novo Testamento. Originalmente, foi usada como sinônimo de "homem". Isaías 51:12 diz: "Eu, eu sou aquele que vos consola; quem, pois, és tu, para que temas o homem, que é mortal, ou o filho do homem, que não passa de erva?" (Veja, também, Jó 16:21; 25:6; 35:8; Salmos 8:4; 80:17; 144:3; Isaías 56:2).

No livro de Ezequiel, escrito no sexto século a.C., a frase foi uma maneira que Deus, muitas vezes, identificou o profeta Ezequiel (2:1,3,6 e muitos outros versículos em Ezequiel).

A expressão aparece duas vezes no livro de Daniel, com dois sentidos diferentes. Em Daniel 8:17, o profeta é chamado de "filho do homem". Mas, em 7:13, desce do céu (numa visão) "um como o Filho do Homem" que recebeu do Ancião de Dias autoridade para reinar para sempre. Nesta visão profética, a frase claramente se refere a Cristo.

Chegando ao Novo Testamento, "filho do homem" é usado quase exclusivamente para falar sobre Jesus. O próprio Cristo utilizou esta expressão (segundo os quatro relatos do evangelho) para se identificar inúmeras vezes (Mateus 8:6; 9:20; etc.). Assim, ele enfatiza sua própria humanidade, o fato que ele se fez carne e habitou entre homens (João 1:14). Mas esta descrição jamais é usada para sugerir que Jesus era mero homem. Sem dúvida, o uso no Novo Testamento elabora o tema introduzido em Daniel 7:13. O "Filho do Homem" não é alguém que surge da terra (como a erva de Isaías 51:12). Ele veio nas nuvens do céu (Daniel 7:13, compare Mateus 20:28; Lucas 19:10; João 3:13). Contra as doutrinas humanas que sugerem que Jesus era um homem glorificado, a Bíblia ensina que ele é Deus que se humilhou. Em João 6:62 ele diz: "Que será, pois, se virdes o Filho do Homem subir para o lugar onde primeiro estava?" Paulo confirma a mesma coisa em Filipenses 2:5-8.

Assim, o Filho do Homem mostrou sua autoridade na terra (Marcos 2:10,28). Depois de sua morte e ressurreição, ele afirmou que tinha recebido toda autoridade (Mateus 20:28; veja Lucas 22:69). Como Daniel o viu descendo nas nuvens, Jesus prometeu vir nas nuvens em julgamento (Marcos 13:26; 14:62; etc.). Algum tempo depois da ascensão de Jesus, Estevão foi privilegiado em ver "o Filho do Homem, em pé à destra de Deus" (Atos 7:56). Vamos obedecer ao Filho do Homem, que tem toda autoridade.


Texto extra para o estudo do livro de Lucas

Comentário para (Lc 6.5) E.B.D

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