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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

A VERDADEIRA PROSPERIDADE DE DEUS




A prosperidade é algo bíblico e fundamental para todo cidadão do céu, mas o que acontece é que líderes Espirituais estão se submetendo as ondas pagãns do nosso século e mesmo sabendo que a cobrança maior de Deus aponta para eles, o número de igrejas contaminadas com esta inverdade só aumenta, por causa da ganância e corrupção de homens que seguem os moldes mundanos e se omitem quanto à verdade, possa ser que alguns estejam omissos por ignorância, mas tudo aponta para o cumprimento das sagradas escrituras. Hoje é pregado um evangelho onde o cristão assenta em um banco de igreja na expectativa de receber algo material acompanhado de palavras de motivação e nada mais, eles esquecem da eternidade, da fraternidade e se prendem no materialismo obstinado para satisfazerem o seu ego e se tornam verdadeiros hedonistas disfarçados, prepotentes, mais distante de Deus e mais perto do inferno dentro da igreja. De certo sabemos que Deus vai trata com os pastores e com sua igreja, pois quem ainda tem em seu coração o batismo de um evangelho verdadeiro e genuíno dado pelo Espírito Santo sabe que a igreja dos últimos dias é apostata da fé, e só os remanescentes permanecerão, aliás a igreja de Cristo lavada com seu sangue triunfará distante destas heresias e religiões que se dão nome de evangélica, pois evangélico de verdade vive o evangelho de Cristo.

Os valores se invertem e pessoas confundem o sentido da prosperidade divina, por isso vemos cristãos que em um culto só da glória a Deus se a mensagem preenche o seu egocentrismo humano, mas quando falamos de evangelho puro e são, os semblantes e o ambiente começa a mudar de alegria e sorrisos para uma morte eu um silencio em um clima de desgosto e ira contra o pregador e a mensagem.

Prosperidade significa ser bem sucedido em todas as áreas, e quando Deus fala que vai prosperar o seu povo, ele não esta limitando somente em bens materiais, e por conseguinte viver deprimido, infeliz, com um casamento frustrado ou familiarmente falido em afetos. A prosperidade de Deus abrange primeiramente seu caráter e coração, te libertando do cativeiro cultural que te obriga a ser o que o capitalismo pede. Já leu provérbios? Quando o rei faz uma oração magnífica: Deus não me dê nem a pobreza e nem a riqueza... Se você quiser saber o porquê, é só ler o resto do versículo, já observou a instrução sobre riqueza e prosperidade dada pelo apóstolo Paulo a Timóteo? E quando ele fala de saber se acomodar às coisas humildes?

Por isso os cristãos da igreja neotestamentária davam suas herdades e contribuições com afinco e liberalidade, não porque iriam receber de volta o que deram ou até mais do que foi dado, como se vê acentuadamente nos dias de hoje, mas eles eram possuídos por um gozo na alma e uma alegria tão grande pelo fato de estar ajudando o próximo e contribuindo para o crescimento do reino de Jesus cristo entre os homens. Era simples, você acha que todos que ofertavam eram restituídos financeiramente? Ou diziam em seus corações: “Olha Deus eu estou dando isso mas o Senhor sabe o que eu quero, por isso eu estou fazendo esse investimento?” Uns doavam tudo de suas riquezas, abriam mão de suas vidas luxuosas decididos a viver uma vida privada de alguns deleites, e o impressionante é que eles pouco se importavam com isso, com o luxo e as riquezas terrenas, pois entendiam que com vestimenta e o pão diário tinham suficientemente o necessário e que a alegria era uma questão de receber a fé viver uma vida de experiências e intimidade com Deus e não no fato de ter um depósito de riquezas materiais, cofres lotados e sapatos e roupas de sobra, pois todo esse luxo era desnecessário, não poderia ser desfrutado em vida mas sim desperdiçado enquanto outras pessoas se quer nem tinham o que comer. Entendiam que riqueza partilhada é verdadeiramente abençoada, e a retida traz solidão e preocupações. O que não é necessidade é porque Deus quer que eu dê para alguém que não tem. Quando viam pessoas se alegrando com as ofertas e o número de cristãos crescendo e sendo ajudados, aquilo criava um sentimento de mutualidade e amor e eles se sentiam no céu, e nada pagaria essa experiência, nem se Deus restituíssem dobrado o que eles investiram no evangelho, até se padecessem nesta causa era lucro pois tinham em mente o premio da soberana vocação dada por Jesus Cristo.

Que possamos voltar a este sentimento precioso, pois concerteza o texto não esta fazendo uma apologia a miséria e a negação total de bens materiais, mas vale a pena ressaltar que nós não devemos ser presos a isso e que se nós trabalharmos dentro do chamado e direção que Deus tem para nós, nada nos faltará, e cada um de nós tem uma medida de prosperidade, não precisamos de nos apegar a elas embora venhamos a tê-las. Prospere na sua vida material, mas também na sua espiritual , familiar social, e não esqueça de compartilhar sem esperar em troca, e seja um verdadeiro próspero!