| Estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e fostes ver-me. | |
| Então os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber? | |
| E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos? ou nu, e te vestimos? | |
| E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te? | |
| E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes. | |
| Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos; | |
| Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; | |
| Sendo estrangeiro, não me recolhestes; estando nu, não me vestistes; e enfermo, e na prisão, não me visitastes. | |
| Então eles também lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, ou com sede, ou estrangeiro, ou nu, ou enfermo, ou na prisão, e não te servimos? | |
| Então lhes responderá, dizendo: Em verdade vos digo que, quando a um destes pequeninos o não fizestes, não o fizestes a mim. | |
| E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna.(Mt 25.36-46) | |
A bíblia nos diz que a Salvação da nossa alma emJesus se resume em duascoisas: amar a Deus acima de todas as coisas e a teu próximo como a tí mesmo.E quero destacar esta reportagem em especial com esta líder comunitária, pois a recompensa de Deus está não naqueles que se envolvem em atividades como esta por dinheiro, embora a piedade é fonte de lucro, e nem por aqueles que fazem boas obras por causa de um carma esperando uma vida melhor na reencarnação, mesmo que a biblia nem afirma existir reencarnação, mas para aqueles que com sinseridade dedicam suas vidas em prol do bem estar do próximo sejam cristãos ou não!!!
Reportagem em Brasília Df ceilandia.
Representantes dos interesses da comunidade celebram data dedicada a eles
Emanuelle Coelho Jornal tribunaDF
O Dia Nacional do Líder Comunitário (05 de maio) foi instituído pela lei nº 11.287, de 27 de março de 2006. São esses bravos representantes que levam as reivindicações de suas comunidades às autoridades competentes. Mas a atuação dessa categoria não para por aí. Muitas vezes, são os líderes comunitários que mobilizam as pessoas em prol de causas para ajudar os mais necessitados da região onde moram. É o caso de Edilamar de Souza e Souza, 38 anos, que exerce essa importante função há mais de 10 anos.
Ela é conhecida por cerca de 74 mil moradores do condomínio Sol Nascente, em Ceilândia. Hoje, em seu dia, ela comemora a vitória de servir à comunidade e à luta pela infra-estrutura local em um trabalho voluntário. “É penoso, mas ao mesmo tempo, gratificante. Só em saber que sou útil para outras pessoas e que posso levar os problemas locais para os órgãos competentes é muito bom”, comemora.
Segundo Souza, a maior reivindicação da comunidade é a regularização do setor. A líder comunitária conta que iniciou as atividades no Sol Nascente, ainda na gestão do prefeito comunitário José Josias de Castro. E, após a morte dele, em 2006, assumiu a direção da prefeitura local, que agora se tornou a Federação Habitacional do Sol Nascente (Fehsolna). Mas a vida pública de Edilmar começou quando ela ainda morava em Águas Lindas (GO), onde desenvolveu trabalhos de capacitação e geração de renda e de resgate de meninos de rua.
“O mais difícil é a falta de respaldo dos órgãos públicos. Só temos voz ativa quando precisam juntar a comunidade, ou de quatro em quatro anos, durante as eleições”, reclama Souza.
Dentre as conquistas da comunidade local está a contemplação no Setor de Habitação e Moradia da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab), com 54 apartamentos na região administrativa de Samambaia para famílias de baixa renda da região; a coleta de lixo, antes feita uma vez por semana e, agora, diariamente:e a água encanada, que antes era clandestina, vinda do setor P Sul. Para ela, o mais gratificante na vida pública é ser útil ao próximo.
A comunidade é participativa, relata a líder. As reuniões acontecem, muitas vezes, no meio da rua. “É quando discutimos os problemas locais e levamos para os órgãos públicos, ou quando trazemos propostas do governo para serem discutidas com os moradores”, relata a líder. “Quando preciso marcar uma reunião, falo para dois ou três moradores e todos ficam sabendo”, completa.
Na Fehsolna, os moradores têm à disposição cursos de corte e costura, nas segundas, quartas e sextas-feiras, e de artesanato, às terças e quintas-feiras. A federação distribui ainda verduras vindas da Secretaria de Agricultura, atendendo 247 famílias. “Quando vemos que famílias precisam de roupas ou calçados ou quando casas são inundadas pela chuva também nos mobilizamos para ajudar”, conta a líder.
A vontade de ajudar ao próximo já foi transmitida para a filha, que aos 21 anos, também desenvolve trabalhos, junto à comunidade, ao lado da mãe. “Ela participa das reuniões, é uma espécie de secretária”, orgulha-se Souza.
Para gerar renda, a federação fabrica roupas e as vende nas feiras locais. São 11 máquinas de costura compradas com verba própria. Além disso, há também uma taxa de R$ 15,00 paga pelos associados.
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